ISSN on-line: 2358-288X
Reprodução & Climatério Reprodução & Climatério
Reprod Clim 2017;32:85-9 - Vol. 32 Núm.2 DOI: 10.1016/j.recli.2017.01.001
Artigo original
Mulher e climatério: concepções de usuárias de uma unidade básica de saúde
Woman and climaterio: conceptions of users of a basic health unit
Socorro Silvania de Souza, Rosely Leyliane dos Santos, Ana Deyva Ferreira dos Santos, Maysa de Oliveira Barbosa, Izabel Cristina Santiago Lemos, , Maria de Fátima Antero Sousa Machado
Universidade Regional do Cariri (Urca), Crato, CE, Brasil
Recebido 19 Janeiro 2017, Aceitaram 30 Janeiro 2017
Resumo
Objetivo

Compreender a percepção da mulher na vivência do climatério.

Método

Estudo de abordagem qualitativa, desenvolvido em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), em Crato (CE). Participaram 17 mulheres cadastradas pela UBS. Os dados foram coletados por entrevista semiestruturada. Foram organizados em categorias temáticas e examinados pela técnica da análise de conteúdo.

Resultados

Os dados foram organizados em três categorias temáticas: Conceitos das mulheres sobre o climatério e sintomas mais prevalentes; Impacto do climatério na saúde da mulher e Procura ao serviço de saúde nesse período. As alterações fisiológicas mais relatadas foram: ondas de calor, dores de cabeça, insônia, enjoo e fadiga. A maioria das mulheres não conhecia o significado da palavra climatério, que correlacionava com a menopausa. Percebeu‐se que boa parte delas também não procurou assistência profissional.

Conclusão

Notou‐se a necessidade de implantação e implementação nas UBS de estratégias específicas para as mulheres no período do climatério, não apenas por meio da ampliação dos serviços já existentes, como também pela criação de programas específicos que possibilitem corresponder à demanda vigente.

Abstract
Objective

the present study aims to understand the women's perception of the climacteric experience. Analyzing how is provided the nursing care for this audience.

Method

This is a qualitative study, developed in a Basic Health Unit (BHU), headquartered in the municipality of Crato‐CE. Participated in this study 17 women registered by UBS. Data collection was through a script of semiestruturada interview. Data was organized into thematic categories, being analyzed by the technique of content analysis.

Results

Data were organized into three thematic categories: Women's Concepts about climacteric and most prevalent symptoms; Climacteric Impact to Women's Health and Search to health services during this period. The most reported physiological changes were: hot flashes, headaches, insomnia, nausea and fatigue. Was showed that most of the women did not know the meaning of the word menopause, correlating the climacteric with menopause. It was noticed that most of them did not seek any professional assistance.

Conclusion

Was noted the need for establishment and implementation of specific strategies for women in climacteric period in UBS, not only through the expansion of services already covered, as well as the formulation of specific programs that make it possible to match current demand.

Palavras‐chave
Saúde da mulher, Climatério, Atenção primária à saúde
Keywords
Women's health, Climacteric, Primary health care
Introdução

O Programa de Assistência Integral a Saúde da Mulher (PAISM) surgiu em 1983, tem como metas reduzir a mortalidade materna e fomentar a implantação de ações que contribuam para garantir os direitos humanos das mulheres, foi anunciado como uma nova e diferenciada abordagem da saúde da mulher. Esse novo conceito implica destituir a visão tradicional da medicina, que centralizava o atendimento às mulheres somente nas questões relativas à reprodução.1

O PAISM tem como objetivo principal acolher e priorizar as necessidades inerentes a todas as fases da vida da mulher. Assim, o propósito desse programa é proporcionar uma assistência qualificada e globalizada, inclusive às necessidades biopsicossociais.2

Dentre as fases fisiológicas durante a vida da mulher, destaca‐se o climatério, caracterizado como uma transição da fase reprodutiva para a não reprodutiva, tem início aos 40 anos e término aos 65, é dividido em três períodos: pré‐menopausa, perimenopausa e pós‐menopausa.3

Durante o período climatérico ocorrem inúmeras mudanças biológicas, endócrinas e clínicas devido às alterações hormonais, geram diversos sintomas que podem tornar as mulheres vulneráveis aos mais variados agravos à saúde.4

Portanto, geralmente, o período do climatério é vivenciado de forma patológica, como um processo de perdas, que pode interferir significativamente na qualidade de vida da mulher.5,6

Diante do exposto, o presente estudo tem por objetivo compreender a percepção da mulher na vivência do climatério.

Método

Estudo de abordagem qualitativa, feito em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) que atende uma população de aproximadamente 5.000 habitantes, no munícipio de Crato, Ceará, de abril a maio de 2016.

Os sujeitos desta pesquisa foram 17 mulheres cadastradas e acompanhadas pela referida UBS. Participaram da amostra mulheres que vivenciaram ou vivenciavam o climatério. Foi usado como critério de exclusão mulheres que apresentassem desorientação alopsíquica e autopsíquica e portadoras de transtornos psiquiátricos que inviabilizassem sua compreensão da realidade.

Os dados foram coletados por entrevista semiestruturada, ao qual contemplou os aspectos referentes às características socioeconômicas dos sujeitos e a percepção das mulheres acerca do climatério. Antes de aplicar a entrevista semiestruturada, foi feito um teste‐piloto com uma pequena amostra de mulheres em UBS no mesmo município.

Posteriormente os dados foram organizados em categorias temáticas e examinados pela técnica da análise de conteúdo.7

De acordo com as recomendações da Resolução 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde, referentes às pesquisas que envolvem seres humanos, o estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Universidade Regional do Cariri e recebeu o número 1.498.410.

ResultadosCaracterização socioeconômica

A tabela 1 apresenta o perfil das mulheres de acordo com faixa etária, etnia, estado civil, escolaridade, renda familiar mensal e ocupação.

Tabela 1.

Perfil das mulheres no climatério segundo faixa etária, etnia, estado civil, escolaridade, renda familiar mensal e ocupação. Crato, 2016

Variáveis  Frequência 
Faixa etária
50‐55  23,5 
56‐60  41,2 
61‐65  23,5 
66‐70  11,8 
Total  17  100 
Etnia
Parda  10  58,8 
Branca  29,4 
Negra  5,9 
Amarela  5,9 
Total  17  100 
Estado civil
Viúva  29,4 
Casada  41,2 
Solteira  29,4 
Total  17  100 
Escolaridade
Analfabetismo  5,9 
Ensino Fundamental incompleto  47 
Ensino Fundamental completo  5,9 
Ensino Médio  29,4 
Ensino Superior  11,8 
Total  17  100 
Renda familiar mensal
Até 1 salário mínimo  11  64,7 
Entre 1 e 2 salários mínimos  35,3 
Total  17  100 

Fonte: Dados da pesquisa, 2016.

Categorias do estudo

A tabela 2 apresenta as três categorias temáticas e as falas dos sujeitos da pesquisa que as representam.

Tabela 2.

Categorias temáticas e falas dos sujeitos, 2016

Categoria 1: Conceitos das mulheres sobre o climatério e sintomas mais prevalentes 
“Sei, menopausa eu acho que é quando as regras da mulher começam a faltar né? Aí tem pessoas que sente muitos sintomas né? Diz que sente muito calor, sente muita coisa. A única coisa que eu sei que a menopausa me atacou, é que eu fiquei muito sem paciência, muito nervosa […]” (M. 01). 
“Acho que quando falta a menstruação, a gente passa um período de transformação, né?” (M. 03). 
“Quando a menstruação acaba né?”’ (M. 12). 
 
Categoria 2: Impacto do climatério na saúde da mulher 
“Não, assim mulher, eu acho é bom menstruar. Quando você menstrua você não sente nada, num sente dor no corpo e nem quentura” (M. 12). 
“[...] Num é uma coisa boa não, porque você bota uma maquiagem, e de repente o suor, o calor no seu rosto, você agoniada. Eu acho ruim […]”. (M. 14). 
“Sem problemas, parei de menstruar de uma vez, não tive nenhum problema […].” (M. 02). 
“Eu achei boa, eu me senti melhor” (M. 05). 
 
Categoria 3: Procura ao serviço de saúde nesse período 
“Não. Sempre tive uma vida muito ocupada, e fui levando de uma forma normal, eu num sentia o tal do calor, só a desempaciência […]” (M. 01). 
“Procurei assim que comecei a sentir o calor, passei dois anos bebendo o remédio, a melhora era pouca num servia muito não, mesmo tomando ainda sentia calor, calor grande” (M. 02). 
“Procurei, mas faz muito tempo também, ele disse que era a menopausa, e eu num sabia. Eu fui me consultar mode a quentura no corpo e o suor demais […]” (M. 04). 

Fonte: Dados da pesquisa, 2016

A categoria 1 apresenta as impressões que as mulheres têm do climatério. As entrevistadas relataram passar por algumas alterações em seu cotidiano, principalmente em relação a sua saúde e nas formas corporais. Quando perguntadas sobre o significado da palavra climatério, a maioria o desconhecia, pois sempre associavam a palavra menopausa como a mesma coisa que climatério.

Ainda dentro dessa categoria, foi possível relacionar as principais alterações apresentadas por essas mulheres. Essas estão descritas na tabela 3.

Tabela 3.

Alterações mais prevalentes referidas pelas mulheres no climatério assistidas na unidade básica de saúde. Crato (CE), 2016

Alterações  N° 
Ondas de calor 
Dor de cabeça 
Insônia 
Enjoo 
Fadiga 
Total  1 

Fonte: Dados da pesquisa, 2016

Dentro da categoria 2, têm‐se os impactos que o climatério e suas alterações exercem na vida cotidiana da mulher. Nos relatos das mulheres, 13 participantes afirmaram que essa sintomatologia influenciava diretamente em suas atividades da vida diária e apenas quatro relataram não ter o seu dia a dia afetado.

Em relação à procura dessas mulheres por algum profissional de saúde durante o climatério, representada pela categoria 3, 13 entrevistadas relataram não procurar uma assistência e quatro informaram que procuraram o serviço no início dos sintomas e deixaram de procurá‐lo posteriormente.

Discussão

O grupo estudado compõe‐se de mulheres de 50 a 70 anos que vivenciam a fase climatérica; a faixa mais prevalente foi de 56‐60 anos, com 41,2%. Previsões afirmam que até 2030 cerca de 1,2 bilhão de mulheres estarão na menopausa, anualmente esse número chega a 47 milhões.8 Diante desse quadro, os serviços de saúde necessitam de uma maior organização e enfoque para atender a essa demanda.

Quanto à escolaridade, 47% têm o ensino fundamental incompleto e apenas 23,5% têm ensino médio e 11,8% nível superior. Em relação à escolaridade, os resultados obtidos revelam que a maioria das mulheres tem baixa escolaridade. Estudos afirmam que a escolaridade influencia na percepção na mulher sobre o período e torna‐se importante para que possam entender e obter uma melhor preparação para enfrentar as diversas alterações que ocorrem nessa fase, uma vez que com certo nível de conhecimento torna‐se possível procurar e usar meios que as ajudem na manutenção de hábitos mais saudáveis, pois as mulheres irão vivenciar esse período por uma boa parte de sua vida.9,10

Nesse sentido, não se pode permitir que a baixa escolaridade dificulte a compreensão a respeito das alterações e dos sintomas do climatério. Por isso, faz‐se necessário que a equipe de saúde se adeque a esse cenário, use uma linguagem que facilite a compreensão da mulher e que a deixe confortável para sanar eventuais dúvidas. É indubitavelmente necessário levar em consideração aspectos físicos, mentais e psicossociais no desenvolvimento de programas e ações apropriadas.11

Resultados da pesquisa revelam ainda que as mulheres sofrem distúrbios típicos do climatério, umas em formas alteradas/intensas, outras apresentam uma tolerância moderada e há as que não apresentam sintomatologia. Modificações fisiológicas na mulher podem começar a surgir a partir dos 40 anos, podem perdurar até os 70 em casos mais raros. A depender da intensidade dos sintomas, poderão surgir transtornos físicos e/ou emocionais em determinados episódios do climatério, que afetarão sua qualidade de vida, podem fazer com que a mulher vivencie sentimentos de fracasso, perda da juventude, beleza e oportunidades.3,12

Os sintomas apresentados nesse período são: desequilíbrio hormonal, fogachos, suores noturnos, insônia, sensação de fadiga, fortes dores de cabeça, variações de humor, irritação e depressão. Essas alterações ocorrem em razão da queda gradual de hormônios, resultante da falência dos ovários, levam a maioria das mulheres a vivenciar sinais e sintomas que trazem desconfortos em maior ou menor grau.13

Diante dos relatos expostos pelas mulheres, percebeu‐se que boa parte delas não procurou assistência profissional, uma vez que não havia atendimento direcionado para elas nesse período e a rotatividade de profissionais era contínua. Outros relatos demonstram que uma parcela das mulheres não sente a necessidade de procurar serviço de saúde, pois o climatério não interferiu em suas atividades.

Estudos descrevem que há mulheres que não procuram atendimento de saúde porque acham que as mudanças e alterações nessa fase, não merecem atenção profissional, por considerarem natural, não ser possível modificá‐las, embora incomodem em seu cotidiano. Muitas mulheres ainda vivenciam essas mudanças em silêncio, outras evitam procurar informações por vergonha, e assim tornam‐se desinformadas e despreparadas para esse momento de transição. Diante dessa perspectiva, o climatério torna‐se difícil de ser enfrentado, evidencia‐se a importância de um atendimento adequado e focalizado.14

Além disso, a assistência deve ser de forma integral e feita por uma equipe multiprofissional, na qual a partir da individualidade, das necessidades e da disponibilidade serão traçadas intervenções e medidas de promoção à saúde, manutenção e reabilitação, consequentemente proporcionarão uma melhor qualidade de vida. É importante destacar a participação ativa das mulheres em seu acompanhamento, pois elas devem ter a autoridade nas tomadas de decisões no manejo de sua própria saúde.15

Silva et al.16 afirmam que ainda não é dada a devida importância ao climatério, pois o enfoque das unidades de saúde é a saúde do idoso e da criança, esses atendimentos são prioritários, deixam a mulher sempre em consultas agendadas. Isso ocorre pela ausência de estratégias direcionadas para mulheres nesse período e em decorrência de uma certa falta de preparo dos profissionais de saúde para atenderem essa população nas UBS.

De fato, a assistência que essas mulheres recebem nesse período deve ser fortalecida, não apenas por meio da ampliação dos serviços já contemplados, como também pela formulação de programas específicos que possibilitem corresponder à demanda vigente.17,18 Dessa forma, devem‐se valorizar a educação em saúde, a escuta, os questionamentos, as dificuldades e as experiências das mulheres, no intuito de fazer trocas de conhecimentos e assim planejar ações a serem desenvolvidas de acordo com seus conhecimentos e posteriormente vencer as fragilidades, o medo e com isso vivenciar o climatério de forma saudável.19,20

Conclusão

Os resultados desta pesquisa indicam a necessidade de implantação e implementação nas UBS de estratégias específicas para as mulheres no período do climatério, pois ele tem as suas peculiaridades, que devem ser assistidas e acompanhadas, assim como os outros períodos da fase da vida das mulheres.

Notou‐se ainda que é relevante o desenvolvimento de maiores investigações que abordem a temática no âmbito da gestão, a fim de mostrar aos poderes públicos a importância de criação de programas e capacitação dos profissionais de saúde para atuar no contexto das orientações direcionadas às mulheres que vivenciam o climatério, para assim oferecer à população feminina uma assistência direcionada, integral, singular e de qualidade.

Conflitos de interesse

Os autores declaram não haver conflitos de interesse.

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